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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Segue a evacuação de milhares de pessoas no México pelo furacão Raymond



ACAPULCO, o México, 22 Oct. (Reuters/EP) - O furacão Raymond mantinha-se estacionário esta terça-feira no mar frente às costas do Pacífico mexicano descarregando constantes chuvas, pelo que seguia em marcha a evacuação de milhares de pessoas, a suspensão de classes e o fechamento da navegação.

Raymond, de categoria 3, se localizava a 135 quilômetros ao sul do turístico Zihuatanejo e a 220 quilômetros do famoso Acapulco, ambos os no litoral de estado de Guerreiro, açoitado o mês passado pelo furacão Manuel que deixou dezenas de mortos e graves danos à infra-estrutura.

O Centro Nacional de Furacões (CNH) dos Estados Unidos, com sede em Miami, reportou que os ventos de Raymond tinham-se debilitado a 165 quilômetros por hora (kph) mas que movia-se de forma errática, com tendência a afastar-se do litoral nas próximas horas.

As autoridades advertiram que o furacão, dependendo de como se comporte uma frente frio que está interagindo atualmente sobre território mexicano, poderia afastar-se de terra nas próximas horas ou pelo contrário se aproximar mais e gerar torrenciais aguaceiros e ventoleras.

A estatal Comissão Nacional da Água (Conagua) disse que o alerta por efeitos de furacão continua desde Tecpan de Galeana, em Guerreiro, até Lázaro Cárdenas, em Michoacán, em onde se poderiam apresentar chuvas torrenciais e ondada de até cinco metros.

"Está previsto que (Raymond) se mantenha na mesma zona, quase estacionário e aproximando-se pouco a pouco ao litoral, durante as seguintes horas", acrescentou a entidade.

As classes seguiam suspendidas até novo aviso em boa parte dos municípios de Michoacán e Guerreiro e as autoridades seguia fazendo chamados aos habitantes para que fossem a centenas de refúgios habilitados.

O furacão Manuel e a tormenta Ingrid espancaram quase simultaneamente ao país em meados de setembro, o primeiro no litoral do Pacífico e a segunda no O Golfo Do México, descarregando as maiores chuvas vista num século na nação e deixando quase 160 mortos e pelo menos uns 6,000 milhões de dólares em perdas materiais.

Autoridades recomendaram estar alertas ante inundações, deslaves em zonas serranas, derrubamentos e cortes carreteros nos dois estados, assim como também pediram restringir as atividades de costa e praia, entre as quais estão as turísticas e recreativas.

Fonte: http://portugues.notimerica.com


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