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terça-feira, 29 de outubro de 2013

NASA fotografa erupção solar de 322 mil km e Sol ejeta partículas no espaço

Atualizado em 29/10 – Por William Camargo – A Nasa (Agência Espacial Americana) fotografou uma erupção solar de proporções gigantescas no final de setembro e neste domingo (27), capturou outra imagem de intensa atividade solar à partir do Observatório de Dinâmica Solar da NASA. Segundo a agência, a erupção de setembro tinha 322 mil quilômetros de comprimento, de uma ponta a outra dos filamentos em sua CORONA (Atmosfera Solar).

Tais erupções solares tratam-se emissões de radiação que emergem de forma súbita da superfície do Sol. O efeito é que partículas carregadas, na verdade bilhões de toneladas delas, são ejetadas para o espaço. Tais partículas tem o poder de viajar a grandes velocidades, atingindo o que estiver em seu caminho.


NASA fotografa erupção solar de 322 mil km e Sol ejeta partículas no espaço - Foto Nasa

Então muitos se perguntam até que ponto a Terra corre risco em uma dessas ejeções à partir do Sol? Na realidade, a atmosfera terrestre exerce um importante papel e protege os humanos dessas tempestades. Quando muito intensas, são formadas nos pólos Norte e Sul as bem conhecidas Auroras Boreais. Porém, quando a intensidade é muito grande, pode sim afetar os satélites de comunicação, telefones celulares e convencionais, bem como as redes de energia elétrica. Tais tempestades chamadas de Geomagnéticas, tendem a ficar mais intensa até o final de 2013, pois em média a cada 11 anos o Sol entra no que os cientistas denominam como sendo o Máximo Solar.

Nesse período, grandes erupções solares (Tempestades Solares), acontecem na estrela que podem sim, em algum momento afetar nós aqui na Terra. Segundo a Nasa, a Terra, por possuir um escudo (Atmosfera), protege os humanos contra as radiação que seria prejudicial à saúde e que poderia inclusive nos matar.

Na foto tirada pela NASA (acima), todas as partes que estão na cor vermelha, chegam a uma temperatura de quase 50 mil graus Celsius. As partes escuras chegam a quase 1 milhão de graus Celsius e as amarelas em 555 mil graus Celsius.

A composição solar é de puro plasma. A fricção que acontece no Sol com as partículas de Plasma aquecem os elétrons a tal ponto, que cria um gás se misturando com os campos magnéticos. A Agência Espacial, utiliza a tecnologia de leitura de comprimentos de onda para capturar as diversas formas que o Sol reage em sua superfície.

Segundo a Nasa não há razão para pânico, visto que já há mais de dois anos esperava-se esse Máximo Solar, que como dito acima, sempre aconteceu e com certeza deverá então continuar ocorrendo no ciclo natural de vida do Sol.

Fonte: http://www.folhapaulistana.com.br...


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